Conto cigano
Cavalga ao longe
Elmo prata e bandeira azul
Grito de guerra
A cigana corre
Foge
Seus olhos buscam caminhos
Na areia fina e fofa
Mais perto se tornam
Grito e elmo prata
O sol brilha o ouro da cigana
Deixa rastro no ar
A cigana sem ar canta algum socorro
Elmo prata e bandeira azul como gigantes
Vêem as costas da cigana em suor
E cavalga mais rápido, mais rápido
Desespero atirado ao chão
A cigana cai
Sobre ela o elmo prata
Os olhos ciganos fecham
O elmo prata é atirado ao longe
Nos lábios da cigana outros lábios
E ela agradece em canto.
O amor que há tanto perseguia
Agora
A beijava
Paula Cury
Escrito por Paula Cury às 17h00
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Olá, amigos, visitantes e afins...
Infelizmente tive de apagar alguns arquivos uma vez que não sou assinante uol... por tanto meu espaço é curtinho aqui, mas vamos seguir que o buzão não espera não é?rs
Beijos em todos que vieram me visitar e coisas tais... vamos ao que importa:
Multi pontas esfero and gráficas
Rabiscando papeis confusos
Deitam noites silenciosas
Num sentido qualquer
Sem sentido
E voltam riscos já escritos
Replay e replay de letras
Rabiscos sobre rabiscos
A palavra sai torta
Mole, desfazendo outras tintas
O nexo atropela a razão
E já não há mais papel
Só grifos transmutados
Do que acho que sinto.
Paula Cury
Escrito por Paula Cury às 13h21
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